Sessão II

Encontro-me sentado num pântano, fresco de ter envolto uma ferida no braço com ligaduras. Hoje encontramos a nossa presa, o grupo que atacou a caravana.

Travou-se combate e emergimos vitoriosos, com apenas algumas feridas. Os mais afectados foram Maevis e Dalael ou como raio se chama esse Drow. O Drow pensou que sobrevivia a tudo e decidiu abrir a tenda do acampamento que atacámos sem devida protecção. É incrível que ainda esteja vivo, cravejado de setas como foi. Suponho que o deva a Sionna, que o curou com as suas artes mágicas. Tive uma situação... interessante com ela faz alguns dias: O Ptauro precisava de comer, e como era carnívoro decidi ir caçar alguma coisa, ou o amaldiçoado bicho não arredaria pé. Fui com o Cliff, e rapidamente encontrámos e matámos um corço. Estava no processo de me livrar das partes mais indigestas da criatura quando a druida irrompeu em fúria pela floresta, tentando deitar-me abaixo, e jurando que nunca mais falaria comigo com acusações de violar a existência sagrada do cervo. Acho estranho, mas não de todo impensável, já que ela viu o meu sentido prático como um desrespeito à ordem natural. Vou deixá-la estar e esperar que ela se aperceba de que nem todos são como ela, que a própria ordem natural funciona com predador e presa, e que se liberte da venda que o seu dogma lhe impõe. Todos temos sempre muito a aprender.

O combate no pântano foi rápido, e o meu machado saciou a sua sede. Deixámos um dos captores vivos, e ela indicou-nos para onde o seu meste - um tal de Kit'zedai - levou o símbolo de Moradin : a ponte de Boleskyr. Também falou algo sobre uma coação que o mago lhes impôs, usando o Avatar do seu Deus como um refém. Suponho que a Druida irá investigar tal sucedido. Devo dizer que não estou desiludido com a equipa, pelo menos no que toca a perícia de combate. Maevis e Cliff desembaraçam-se bem e Sionna também, tendo cada um pelo menos morto um oponente (que eu saiba...) Infelizmente o mesmo não posso dizer do outro Drow que nada vi fazer na batalha, senão ser um empecilho.Vejamos como as coisas evoluem.

Sessão I

Hoje foi um dia negro para Scornubel.
O dia estava a decorrer como era perfeitamente normal, Maevis havia como de costume passado pelo templo com mantimentos para os construtores, e embora lhe agradeça o gesto, desnecessariamente insistia que eu tivesse à vontade de ter a minha parte mais rapidamente, tive de recusar amavelmente o favor, como seria de esperar. Ele parece-me um homem com potencial de se tornar num bom exemplo, mas parece-me que tem uma enorme barreira, no que toca a quem cai nas suas boas graças, é algo que eu tenho fé em que com o tempo ele mude. Naquele momento não pude-lhe ajudar em nada, algo havia surgido na minha espada que cativou toda a minha atenção, tratava-se de uma estranha Runa, da qual mencionei de seguida ao honrado Mestre Eberk, mas receio que esta questão ultrapassava os seus conhecimentos e, embora não pudesse-me assistir naquele momento, prometeu com o tempo talvez podesse reunir informação sobre a estranha runa.

Pouco tempo mais tarde, foi como se um dos nove infernos abatesse sobre Scornubel. Um dirigível que se encontrava em pleno voo, caíra na cidade junto ao fosso. Naqueles segundos que se sucediam como minutos, toda a ajuda parecia pouca para acudir os gritos e agitação que se seguiam ao desastre. Para meu grande desânimo, a minha chegada foi bastante depois do
acontecimento. Mesmo assim Eu e o Clérigo Eberk apressamo-nos de seguida para dar auxílio. A milícia estava a ajudar a apagar os fogos e parecia que tinham falta de homens para ajudar os sobreviventes. Espontaneamente tentei servir de ajuda para tais pessoas, durante a minha correria deparei-me com um cenário pavoroso. Parecia uma Elfa morta nos braços de um familiar, a cena em si derrotou completamente a valentia que segurava meu coração. Não tinha ideia de como ajudar a pobre elfa falecida em tal horrífica tragédia, nem como poderia dar uma palavra ou mão ao seu desesperado companheiro…A cobardia naquele momento fez-me procurar outros passageiros sobreviventes, algo que terei dificuldade em perdoar-me por deixar o meu medo tomar a decisão por mim. O dia acabara com muitas baixas, um vazio abundante em vários corações e uma cicatriz no centro da cidade de Scornubel que iria demorar tempo a reparar…

(Ultima entrada no Diário após um ano da ultima entrada lida)
Estava acompanhar o Mestre Eberk pela cidade durante a tarde, quando subitamente fomos aproximados por Maevis, que se encontrava perto do fosso. Maevis pediu a Mestre Eberk por uma oportunidade para poder falar comigo a sós. Maevis parecia aborrecido com algo, e nada custou para ele partilhar comigo a situação que lhe parecia causar tanto transtorno. Segundo aquilo que ele contava, o seu Patrão havia deixado uma Drow ajudar nas plantações (embora Maevis não estava nada convencido que bons resultados iriam surgir de tal acção), e após isso, o seu Patrão havia insistido para que ele acompanha-se a mesma Drow numa viagem em busca de uma Jóia, aparentemente na posse de Goblins. Ele estava muito inseguro no que tocava viajar sozinho com uma Drow e, embora Maevis seja infelizmente um tanto fechado a raças, eu no
fundo seria capaz de sentir o mesmo nesta situação, afinal os Drows não são conhecidos por nada que passasse por benéfico. No fim da nossa conversa um grupo de três pessoas aproximava-se, Uma Drow com um aspecto cativante, um Drow do qual não poderei dizer o mesmo, embora no fundo o aspecto dele derivasse entre o bastante honesto ate o bastante do contrario, por ultimo
outro Drow que naquela altura havia passado por humano comerciante, este parecia ser o chefe do Drow pouco confiante do grupo. Decidi oferecer ao grupo uma vénia como saudação, afinal por mais baixo nível que tenha um grupo opositor, nunca se deve perder classe nem a cara, tal coisa seria descer ao seu nível.
A minha saudação pareceu apanhar a Drow de surpresa, embora ela não o tenha comentado. Apresentou-se com o nome de Sionna, porém não teve a gentileza de apresentar os seus dois companheiros, e os dois desgraça por desgraça deixaram os seus nomes no oculto. Maevis por sua vez teve a cortesia de me apresentar ao grupo, embora ele estivesse ainda mais incerto sobre a viagem com eles, do que quando falava comigo. A natureza do grupo forçou-me a fazer
perguntas sobre as razoes desta cruzada em torno da misteriosa jóia. A ideia de combater goblins e recuperar um objecto roubado soava-me como uma chamada que eu aguardava já há muito, mas o grupo em questão não me inspirava confiança, e o mistério da Pedra também não deixava a demanda muito válida. O que me tinha sido apresentado mesmo com Meavis a pedir por companhia não era de maneira nenhuma o suficiente para eu abandonar os meus serviços ao templo de Moradin. Para evitar alguma indecência provinda de uma resposta negativa imediata, disse que teria de falar com Eberk sobre isto. Eberk quando voltou, por respeito a minha pessoa deixou a decisão inteiramente nas minhas mãos, algo que não era o que eu desejava, mas soube respeitar. No meio da situação Eberk partilha comigo uma péssima noticia sobre o futuro do
templo. Um precioso símbolo de Moradin estava desaparecido devido a um ataque à caravana que o transportava, eram notícias de um batedor da cidade mais próxima. Sionna estando presente na nossa conversa ofereceu-se para ajudar a recuperar o símbolo perdido, o que pareceu estranho em relação ao que eu poderia esperar dela. Declarei que seria apenas justo que após recuperarmos o símbolo que tivesse os meus serviços como escolta na sua busca pela sua jóia, se a missão prova-se ser honesta ate a sua conclusão. Eberk pediu para todos se reunirem junto do templo de Moradin para iniciar equipas de busca, prometendo tentar oferecer poucos mantimentos que se encontrassem disponíveis para a viagem. Entretanto o comerciante do grupo, no meio de uma tremenda discussão sobre o meio de transporte que seria utilizado, tomou iniciativa em pagar por inteiro de seu bolso por um Ptauro alugado e por um condutor. Meavis decidiu reunir os poucos mantimentos que tinha disponíveis para a viagem a qual inevitavelmente se tinha de juntar, assim abandonando o grupo ate o fim do dia. Com isto, junta-se ao que resta do grupo um wild elf pelo nome de Lithlandis, aparentemente interessado em se juntar as duas missões pela necessidade de pagar um favor devido a Siona,
algo que o descreveu como um elfo honroso meus olhos. Lithlandis deixou claro que iria tentar com que o seu mestre oferecesse algumas armas para esta aventura.
No caso de Lithlandis querer conversar mais com Siona, uma vez que se tinham dado como velhos conhecidos, achei a minha presença talvez um pouco desnecessária. Assim despedi-me educadamente e caminhei para o mercado, com intenção comprar os mantimentos necessários para a primeira jornada. Ao anoitecer, como estava planeado, todos estavam presentes no ponto de encontro. Dalalel mais o seu subordinado chegaram montados num Ptauro controlado por um Halfling segurando uma caneca, este com aspecto de quem bebeu como não houvesse o dia de amanha. Maevis já antecipadamente presente, mostrou o seu descontentamento por não ter sido o condutor do Ptauro, tentando controlar o animal melhor que o seu pequeno e lastimoso condutor original…Siona e Lithlandis estavam igualmente presentes, com um pequeno vagão de armas disponíveis para todos aqueles que participassem nas buscas. Com isto Eberk apresentou-nos um enorme ser angelical, chamado Mannaos. Ele declarou que iria ser o nosso líder e guia nesta viagem. Quando Mannaos falou em todos surgiu um respeitoso silêncio, excepto a certa altura da parte de Maevis. Mannaos não levou a bem as suas decisões estarem a ser questionadas e exigiu que a todos os participantes que seguissem rigorosamente as suas ordens. Lithlandis tentou de uma maneira um tanto forçada, de fazer com que Meavis começa-se a agir de maneira diferente, o que não pareceu resultar muito, sendo que Sionna teve de impedir os dois de trocarem mais palavras naquele momento. Assim, sem mais contratempos, cobertos pelo misterioso véu da noite, iniciamos as últimas preparações para a nossa viagem…

Sessão I

Finalmente me encontro com aquele que Furion me aconselhou a seguir, o mestre druida Cindarako. Vive numa cabana humilde no seio da harmoniosa floresta. A sua presença transmite alguma serenidade e noto que a mãe natureza o honrou com grande conhecimento.

Todos os livros me dão a conhecer o fascínio do mestre por dragões e mesmo o seu discurso demonstra uma obsessão pouco usual a um representante de todos os elementos que a natureza nos deu. Tendo em conta tanta admiração para com estes seres hesito perguntar-lhe uma razão para que um deles ataque sem objectivo aparente o dirigível que me servia de veiculo na minha busca pelo mestre druida... toda a destruição não deveria ser fruto de tão sublime criatura que desperta tal curiosidade num servente da mãe natureza...

Passou-se um ano desde que fui abençoada por Mielikki de forma a aprender mais sobre os caminhos druídicos. Meu mestre dá-me duas tarefas a cumprir: ajudar os agricultores do moinho de Jon Grath com as suas mas colheitas e reaver uma jóia roubada por goblins que irei encontrar nos pântanos de Chelimber.
Com esta última missão ajunta-se a necessidade de recrutar ajuda de outros para conseguir sobreviver... Talvez sejam tarefas fáceis mas não para quem vem de uma sociedade conhecida por viver subterrâneamente e que é mal aceite devido aos seus indícios de malícia, traição e destruição... Bem sei que os Drows não são bem aceites, as barreiras são demasiado altas, mas vou tentar ganhar a confiança dos demais e demonstrar que, embora Drow, sou apenas alguém
que tenta preservar a harmonia e bem-estar da natureza.

Após alguma caminhada chego ao moinho. Não sou bem recebida mas tão pouco o esperava ser. Um humano de cabelos vermelhos discorda da minha presença e duvida das minhas boas intenções.S eu mestre no entanto aceitou a minha ajuda, um pouco reticente mesmo assim. Embora tenha sido levemente aceite pelo seu mestre, o humano de nome Maevis inspecciona todos os meus passos enquanto eu peço à mãe natureza o seu auxílio de forma a renovar os terrenos moribundos. Procuro ignorar tais investidas de desconfiança por parte de Maevis mas não posso retrair a minha satisfação pessoal ao receber a bênção da terra e da mãe natureza ao meu chamamento. Falo então com o mestre que é de novo invadido por sussurros de Maevis que continua a duvidar do facto que uma drow não erradicou todos os terrenos e não matou todos os que lá trabalhavam.
Lembrei-me então das palavras de Cindarako e pensei em convidar este humano, que possui tanta desconfiança como vivacidade, para me auxiliar na busca da jóia e ao mesmo tempo demonstrar que não sou apenas uma drow mas também uma aprendiz nos caminhos druídicos. Este negou relutantemente mas como forma de pagamento pela minha ajuda o dono do moinho e senhor das terras obrigou-o a ajudar-me na missão. Maevis menciona uma pessoa na opinião dele honrável que nos podia ajudar e também dar-lhe alguma confiança visto que em mim não tinha nenhuma.

Seguimos para a cidade e deparo-me com uma situação reconfortante..um drow na superfície! Maevis preferiu manter-se à distância e eu não o vou obrigar a tolerar a minha presença quanto mais a de outro drow...
Aquando me aproximo vejo que este drow negoceia com um comerciante e compra-lhe... ARANHAS!!!! A visão repugna-me e recuo quando me apercebo que estes seres se encontram tão perto de mim.... Mas a reacção deste drow é tão estranha quanto a minha... este recua com igual receio e pouco fala comigo que também dou alguns passos atrás ao ver que o drow alimenta um pequeno ratinho com os tais animais de oito patas. Percebo que ele trabalha para o mercador dos aracnídeos que por acaso também é drow e me pede para não desvendar a sua identidade. Explico a minha missão e ambos se cometem a auxiliar-me.

Aproximamo-nos de Maevis que fala com outro humano e um anão, Ebberk, o responsável pela construção do templo da cidade de Scornubel. O jovem humano faz uma vénia ao cumprimentar-nos o que me deixa curiosa... O humano de cabelos vermelhos entra em pânico pois não é apenas um mas dois drow que o vão matar.... ou assim ele pensa. Alguém diz a Ebberk que uma caravana foi atacada. Decido ajudar e assim mais um se compromete em me auxiliar na busca da jóia. Enquanto nos preparava-mos para a viagem um vulto vagueia pela cidade. Um vulto que reconheci como um elfo que há um no atrás tentei ajudar. Sua irmã encontrava-se no dirigível destruído pelo dragão e perdeu aí a sua vida. Após breves momentos de conversa este junta-se ao estranho grupo de viagem e Maevis, de novo, demonstra desagrado...

Comprometemo-nos a encontrar Ebberk na manhã do dia seguinte e assim seguir viagem num estranho Ptauro arranjado pelo comerciante drow. Um grupo estranho no qual vou confiar e esperar que em mim confiem....principalmente Maevis...

Sessão I

... Pela primeira vez dispensado do trabalho...e porquê???!! Por causa de um Drow...como se isto fosse possível...
Tantos anos de ansiedade por sair desta vida, de sempre o mesmo e não te canses porque amanhã tens mais e em vez de me afortunar com um bando decente acabo com 3 obscuros, um pointy ears atrevido que já me tocou UMA vez... e um goody two shoes com uma espadeca e uns passos de dança...o mais certo é ter de os salvar a todos... Oh well, façamos disto algo bom...que ajuntamento melhor que este para atingir o que procuro...tão certo como a Jaheira ser teimosa.

Partimos amanhã, sob a alçada do ser mais estranho que já vi, tem umas asitas e é deveras sisudo...de qualquer maneira fui o único a notar algo estranho nele, o resto até parecia que estavam a lidar com um amigo de longa data. Tenho a impressão que ele não gostou do meu cabelo, ficou subitamente hostil, recusava-se a ouvir a voz da razão e por fim barafustou com todos...nem percebi muito bem o que é que os obscuros fizeram para que ele ficasse assim. Em suma esta viagem vai ser um tédio com este ganso a liderar...é óbvio que vamos ter de animar isto um pouco ... let the fun begin.

Sessão I

Um ano...
Passou-se um ano...
Um ano e não estou nem um passo mais perto do demónio, Ollothond. Sei bem que não é um demónio, mas sim um grande dragão azul, de certeza muito mais velho do que eu alguma vez serei... mas tal não me importa. Esta noite será a ultima que passarei em Scornubel, sinto-o. Saio amanhã com uma Drow, de nome Sionna, para lhe pagar uma divida de honra que contraí -
foi ela que tentou resgastar a minha irmã Alarielle, partida, às beiras da morte. Devo-lhe pois tentou ajudar, mesmo que não a tivesse conhecido de lado algum. O pouco que apra ela talvez fosse para mim é muito. Mas Alarielle morreu, presa de um ataque sentido de uma besta malévola. Ainda hoje sinto a sua vida desaparecer de seus olhos, o calor desaparecer do seu
corpo, escapar-me por entre os dedos... A alma eterna capturada por Ollothond, e eu tenho que a libertar, ela pede-me!!
A Drow reuniu um pequeno - e estranho - grupo de aventureiros, e a nossa missão parece ser recuperar um simbolo de um deus dos anões, Moradin. A caravana foi assaltada poucas léguas antes de Triel e, como ela não tinha nenhum batedor, ofereci-me para a ajudar. Mas devo dizer que o resto da equipa não me impressiona: 2 Drows e 2 Humanos.
Os Drow parecem-me ter uma relação Mestre-Escravo, o que abomino, já que nenhuma pessoa deveria ser submetida á vontade de outra. O suposto escravo olha-me de lado e evita-me, e os seus olhos pedem para que não olhem para ele, enquanto o Mestre, intitulando-se Mercador por arte, tratou de nos arranjar um Ptauro "em saldos" com um Halfling bebedo a bordo... Halfling
que terei perto de mim, para lhe mandar umas chapadas de vez em quando caso ele adormeça ou se arme em engraçadinho. Os humanos sao o paradoxo um do outro. O mais alto, de cabelo rapado, possui o porte de um guerreiro nato - é possivel que venha de boas familias das
cidades mais ricas a Sul ou a Oeste. Sinto que posso confiar nele. Infelizmente tal não posso dizer do outro, um fanfarrão racista que parece mais preocupado em insultar os Drow e enaltecer as suas próprias (e até agora invisiveis) qualidades do que em fazer qualquer coisa de jeito para o
grupo. Vou mante-lo debaixo de olho nos próximos dias, pois os seus olhos escondem artimanhas por mostrar, e sarilhos por atrair.
O Mestre Alversond, na sua gentil nobreza, deixou que eu leva-se algumas das suas armas e escudos para armar a equipa. Na realidade bastou falar do simbolo de Moradin e Alversond, inundado de uma furia religiosa, quase que se voluntariou a ir connosco em pessoa. Não falei com Sarvael, mas sinto que ela sabe para onde vou, e estará á minha espera quando voltar, com mais para me ensinar.
Assim saio com uma equipa feita á pressa numa demanda inconsequente... E escamas azuis a comerem-me a alma.